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Júri

A pré-seleção dos textos caberá às editoras e aos editores, que enviarão uma seleção ao júri, responsável pela decisão final.

Nona Fernández

Nasceu em Santiago do Chile, em 1971. É atriz e escritora. Publicou o volume de contos El cielo (2000) e os romances Mapocho (2002), Av. 10 de Julio Huamachuco (2007) – vencedores do Prêmio Municipal de Literatura – Fuenzalida (2012), Space Invaders (2014), Chilean Electric (2015) – vencedor do Prêmio Mejores Obras Publicadas del Consejo Nacional del Libro – e La dimensión desconocida (2016), que recebeu o Prêmio Sor Juana Inés de la Cruz na Feira do Livro de Guadalajara. Também é autora das obras de teatro El taller (2012) e Liceo de niñas (2016), ambas estreadas por sua companhia La Pieza Oscura. Recentemente publicou ainda o ensaio Voyager (2020). Seu trabalho foi traduzido para os idiomas italiano, francês, alemão, sueco e inglês.


Diajanida Hernández

é editora e jornalista cultural. Estudou letras na Universidad Central de Venezuela (UCV), onde também fez uma pós-graduação em Edição e mestrado em Estudos Literários. Foi coordenadora do suplemento cultural Papel Literario do jornal El Nacional por oito anos, período em que também coordenou projetos especiais do jornal. Atualmente é professora do Departamento de Teoria da Literatura da faculdade de letras da UCV e coordenadora general da Fundación para la Cultura Urbana. Em 2019, compilou, ao lado de Ricardo Ramírez Requena, o volume Poesía contra la opresión (1920-2018), seleção de poesia venezuelana coeditada pela Fundación La Poeteca y Provea. Colaborou com o portal Prodavinci (Venezuela), com a revista digital Otra Parte Semanal (Argentina), com a revista Quimera (España) e com a publicação literária Colofón (Venezuela/Espanha). Em 2011, foi finalista do concurso de crítica literária organizado pela revista mexicana Letras Libres. Foi bolsista da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano em 2011 e 2012.

Crédito da foto: Guillermo Suárez


Cristina Rivera Garza

Vive desde o início dos anos 1990 nos Estados Unidos, onde foi fundadora e professora do programa de doutorado em Escrita Criativa em Espanhol da Universidade de Houston. Entre seus livros recentes estão Los muertos indóciles: Necroescritura y desapropiación (2013); Dolerse: Textos desde un país herido (2011 ); El mal de la taiga (2012); La cresta de Ilión (2002); Había mucha neblina o humo o no sé qué (2016) e Autobiografía del algodón (2020). Seus livros receberam diversos prêmios, entre os quais dois Sor Juana Inés de la Cruz, da Feira do Livro de Guadalajara, um Anna Seghers, de Berlim, e um Roger Caillois, da França.